Aos 46 anos, o comandante técnico deixou a equipe de Bauru com a vaga nacional em 2026 tendo um empate contra Mirassol no período, além da partida contra o Santos de Neymar:

"Manter o Noroeste na A1 do Paulista e consequentemente uma vaga na Série D do ano que vem, proporciona ao clube já pensar num planejamento muito maior e tenho convicção de que em breve estará em evidência, pois é um clube tradicional, numa cidade que abraça incondicionalmente o clube".

Nascido em Paranaguá, iniciou sua ascensão no Rio Branco-PR, passou pelo sub-20 do Coritiba, Foz do Iguaçu, Portuguesa de Desportos, Nacional-SP e Cascavel.

Mas, foi oito temporadas depois que despontou no Paraná Clube, onde venceu 12 jogos de 35, no mais treinou o Cuiabá, CRB, Guarani, Grêmio Novorizontino, ABC e Náutico no ano passado. Seu principal título foi o Campeonato Alagoano de 2022, ele iniciou o trabalho terminado por Marcelo Cabo.

Já projetando a sequência da carreira, ele aguarda a movimentação no mercado para os próximos dias e sobre isso falou o seguinte:

"Sobre sondagens, graças a Deus e ao que já entregamos na Série B principalmente, sempre somos lembrados quando existem trocas de treinadores e nesse mês que passou, por alguns pequenos detalhes não acertamos com algumas equipes, mas tenho convicção que na hora certa faremos a melhor escolha possível, para fazer mais um grande trabalho esse ano".

Mesmo com projeção na segunda divisão, ele não descarta trabalhar em séries de porte menor, no seu pensamento é importante prezar pelo contexto da equipe, além dos dirigentes que estão atualmente e o planejamento de futebol a longo prazo.

Outra possibilidade seria treinar uma agremiação de fora do país, no entanto até o momento é algo remoto, principalmente pela dificuldade de aceitação de alguns times em relação aos treinadores brasileiros.

"Eu sou neto de Alemão, tenho muito orgulho disso, e isso me ajudou muito quando era atleta, pois eu já fazia parte da comunidade europeia e isso facilitava demais a minha entrada, hoje porém, mesmo tendo a dupla cidadania, a reciprocidade da validade das licenças que temos aqui no Brasil para treinarmos as equipes daqui, ainda não são válidas fora da mesma maneira em relação para quem chega aqui. Espero que isso mude em breve, pois acho isso um desequilíbrio muito grande na balança".